Doom Troopers - Análise

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011


Fabricante: Adrenalin Entertainment
Gênero: Ação, Plataforma
Lançamento: 1995
Número de jogadores: 2
Plataformas: Super Nintendo e Mega Drive

 Gameplay (Não, não encontrei o trailer)







   Escrever essa análise, para mim, é uma experiência totalmente nostálgica ! Lembro-me de cerca de 12 ou 13 anos atrás, quando eu vivia indo até a locadora da esquina, da qual, para se jogar uma hora era preciso pagar 1 real, e os vídeo games mais modernos eram os Super Nintendo’s, apenas para jogar Doom Troopers durante uma hora (o que era o suficiente para terminar o jogo).
   Talvez a galera da “Geração Playstation 2”, aqueles que só viram o Leon pela primeira vez em Resident Evil 4, nunca tenham ouvido falar, mas estão diante de um dos jogos mais polêmicos e violentos daquela época.
Baseado em um já extinto jogo de cartas, também chamado Doomtrooper (que pertencia à Mutant Chronicles), o jogo foi lançado tanto para Super Nintendo, como para Mega Drive. Ao típico estilo plataforma, com muita ação, muitos tiros e muito sangue, Doom Troopers é um jogo que todo Gamer deveria experimentar.




   Quando as forças maléficas de Algeroth surgiram em um portal inter-dimensional, a Legião das Trevas começou a permear o Sistema Solar de pequenas civilizações espalhadas pelos planetas, e, pela primeira vez a humanidade estava correndo risco real de ser extinta.
   Com isso, as grande corporações pelo mundo começaram a temer pela perda de seu poder (e também de suas vidas, claro), e procuraram pelos Doom Troopers, para que os mesmos derrotassem Algeroth e trancassem-no novamente no Dark Semmterry (uma espécie de inferno espacial).
   O jogo se passa em 4 fases, que na verdade são 4 planetas diferentes, alguns existentes no nosso Sistema Solar, e outros são fictícios.




   A jogabilidade do game é ao maior estilo “Contra” (outro clássico no gênero “Plataforma”), porém é um pouco mais lenta e “pesada”. As fases são relativamente curtas, quase sempre contendo alguma área secreta, e mesmo nos últimos níveis, a dificuldade do jogo não é alta. Contando com dois personagens:

Mitch Hunter (Um humano):



E Max Steiner (até hoje não sei):




   Existe também o modo cooperativo para 2 jogadores, que é um dos maiores atrativos do game e também facilitava em muito, tanto para o término do game, como para pagar a conta da locadora.
   Os gráficos dos menus e dos personagem e inimigos são realmente bem detalhados (para a época), as animações dos inimigos sendo mortos são realmente bastante “gore”, onde é possível ver mutilações e muito sangue, já os cenários claramente não receberam a mesma atenção, porém não chegam a ser ruins, passam um clima pós-apocalíptico bem legal. Os Bosses são bem criativos e diversificados. (nunca me esqueci do Boss que tenta afogar o jogador no vômito).





   A parte sonora do game realmente é bem simples, levando em conta que estamos falando de um jogo desenvolvido a praticamente 17 anos. Apesar de não surpreender, também não deixa a desejar. O ruído dos tiros e dos inimigos sendo mortos são bastante convincentes para a época, as músicas são um pouco enjoativas, mas mudam no decorrer das fases.
   Bem, mesmo o título não tendo se tornado um clássico (eu não sei porque), vale a jogatina. É possível terminar o jogo em cerca de 1 hora, então você leitor que ainda não conhece o jogo, quando tiver esse tempo disponível, use-o de boa maneira e conheça a carnificina que foi Doom Troopers.




Esse Boss marcou minha infância.

Introdução


RESUMO

Prós:

-Jogabilidade eficaz
-Gráficos medianos para a época
-Muito, muito sangue e carnificina \o/

Contras:

-Trilha sonora enjoativa
-Poucas fases
-Dificuldade baixa

Gameplay

Spoiler: Último estágio e Final


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